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Especialista mostra o que mudou na jornada de compra do consumidor

18/11/2020

Depois dos meses de maior reclusão das pessoas em casa por conta das ações mais restritivas da pandemia de Covid-19, o perfil do consumidor para a compra de móveis, eletros e decoração mudou.

Nos primeiros meses de maior fechamento do comércio e locais públicos de convivência, a casa foi assumindo novos significados para se adaptar aos ambientes de trabalho, estudo e lazer. Com mais tempo em casa, os cuidados com a conservação e a atenção ao conforto foram se sobressaindo ao ponto de aumentar o desejo das pessoas em reformarem a moradia ou renovarem móveis e eletrodomésticos, o que ocasionou uma procura acelerada por produtos variados no comércio online.

“Desde móveis planejados até o monte você mesmo, passando pelos consertos e reparos da casa, pinturas e troca de móveis, tudo passou a ter a atenção máxima do consumidor. O foco era melhorar o ambiente de vivência em tempo integral da família, proporcionando beleza e conforto aos espaços”, destaca Miriam Stolses, que é professora e coordenadora de marketing da PUC/PR e doutora em Administração na linha de pesquisa em comportamentos do consumidor.

Mas, segundo ela, o “boom” da ida às compras online encontrou a indústria despreparada para atender ao volume crescente de pedidos, ocasionando demora na entrega e o não cumprimento de prazos, entregas de mercadorias com defeitos ou recebimento de mercadorias diferentes do que havia sido comprado. 

“Hoje a busca desacelerou e estamos diante de um consumidor insatisfeito, crítico, impaciente e querendo sair de casa para ter a experiência com a loja física. Nesse novo cenário, as lojas que tiverem se adaptado para oferecem um local seguro e confortável ao cliente, serão as que sairão na frente e terão mais vantagens que as demais”, destacou Miriam.

Assista o conteúdo na íntegra acessando https://youtu.be/72kJl-AjpFE

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