Imagem Destaque

Webinário abordou a evolução no uso da imagem

04/11/2020

A evolução no uso da imagem de produtos no setor moveleiro foi pauta do Webinar da Plataforma “Setor Moveleiro” nesta semana. Denis Abruzzo, especialista em imagem de produtos, Vivian Rockenbach, gerente de marketing e comunicação da Kappesberg e Leandro Rosinski Alves, especialista em direito empresarial, foram os convidados do evento online que lembrou a trajetória das fotografias em cromo até chegarmos à realidade aumentada.

Para Vivian Rockenbach, com a evolução tecnológica, a apresentação dos produtos das empresas do setor também foi mudando. “Nós precisamos nos adaptar à jornada do consumidor, desde a etapa da procura pela marca ideal, ao “o que” ele está procurando “e onde” está procurando. Assim entendemos e entregamos o que pode ser determinante para a decisão dele. Por isso trabalhamos de forma híbrida com fotos reais, fotos com pessoas interagindo no ambiente, com ambientes virtuais e, recentemente, lançamos a realidade aumentada, justamente para otimizar a parte sensorial, de possibilitar enxergar de perto, poder quase tocar o produto. A realidade aumentada é enriquecer uma experiência real com algo virtual”, afirmou.

Denis Abruzzo lembrou a trajetória da fotografia e ressaltou que o antes fez o depois, ou seja, que não se deve ignorar tudo o que a fotografia fez até agora. “Uma imagem sempre será uma foto. Não importa se foi feita pela tecnologia 3D. Sempre será uma imagem depois de revelada”, salientou.

Leandro Alves ressaltou a importância de se considerar os aspectos jurídicos na utilização de imagens. “Toda publicidade, independente da forma ou do meio de comunicação, obriga o fornecedor que veiculá-la a entregar o produto conforme as precisas características da sua imagem no anúncio publicitário. Se o fornecedor se recusar a cumprir o que foi anunciado, o consumidor pode, a seu critério e alternativamente, exigir o cumprimento da proposta; aceitar outro produto equivalente ou rescindir o contrato, nesse caso com direito à restituição do valor pago, sem prejuízo de indenização por eventuais perdas e danos”, destacou.

Além disso, segundo ele, se a publicidade for considerada enganosa ou abusiva, o fornecedor poderá ser responsabilizado civil, administrativa e criminalmente. “Assim, ao tempo que constitui instrumento indispensável para as vendas, a publicidade com imagens de produtos deve ser feita com clareza e total transparência, com fidelidade ao produto anunciado, não podendo se divorciar do respeito aos direitos dos consumidores”, concluiu. Assista à edição completa no link https://youtu.be/MxT4KjMCFbI.

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